Sobre os «principais assuntos pendentes na Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), «nada de relevante aconteceu» segundo o comunicado do Conselho Executivo que lamenta não haver decisões implementadas um ano depois da tomada de posse do Governo.
A CIRA diz que é preciso «decisões boas e urgentes destaca o «futuro do Hospital de Aveiro com Urgência Polivalente e componente universitária, o Projeto de Desenvolvimento Agrícola do Baixo Vouga, as Portagens das SCUTs e as obras das variantes urbanas da EN109, a gestão dos Portos, o futuro da Comarca do Baixo Vouga, entre outros».
Sem decisões, a CIRA decidiu «reiterar pela via oficial e pública, a solicitação e a exigência de atenção e de decisão ao Governo para cada um assuntos apresentados no referido Relatório».
Particularmente sobre o Polis Litoral Ria de Aveiro , «nada de objetivo e conclusivo exista com definições sobre o futuro da execução do quadro de projetos do Polis da Ria de Aveiro». Considera urgente a abertura de concursos pelo POVT e pelo PORCentro para iniciar as obras cujos estudos e projetos estão prontos com um valor de 23 milhões de euros, contribuindo para a criação de emprego e de riqueza”. Para o Conselho Executivo «é urgente que o inadmissível e incómodo impasse em que está o Polis da Ria de Aveiro há cerca de um ano seja desbloqueado».
Também é urgente «tomar decisões e utilizar os 16 milhões de euros depositados no Banco (IGCP) do capital social da empresa, levantando a suspensão sobre a execução do quadro de projetos do Polis da Ria de Aveiro, e rentabilizando os cerca de 80.000 euros do custo mensal da prestação de serviços da Parque Expo».
O Programa Polis da Ria de Aveiro «ficou sem Presidente do Conselho de Administração, sendo na prática essa pessoa quem representa a ministra do Ambiente. «Sem liderança e sem indicação de rumo do seu acionista maioritário, situação que é urgente resolver».

