É o novo “sal” de Aveiro. Lentamente, a piscicultura e a aquacultura vão-se impondo na ria. A exploração de bivalves faz-se na zona da Gafanha da Encarnação e a piscicultura por meia dúzia de marinhas, noticia o JN.
«Ostras e amêijoas, para França e Espanha, robalo e douradas, para o mercado nacional estão a impor-se ao sal em toda a ria. O sal, hoje, é apenas produzido por escassas nove salinas – uma das quais propriedade da Câmara de Aveiro – e a sua produção, este ano, pouco mais deve que ultrapassar as 300 toneladas
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