O traçado que vai receber a linha ferroviária de alta velocidade fica protegido de alterações que dificultem a execução da obra, segundo o Conselho de Ministros que aprovou esta quinta-feira uma Resolução com efeitos, nesta fase, nos troços Porto-Campanhã/Aveiro (Oiã) e Aveiro (Oiã)/Soure.
A partir de agora não poderão ser feitas quaisquer operações urbanísticas sem parecer prévio da Infraestruturas de Portugal no corredor que está já aprovado. O objetivo passa por «congelar a situação daqueles terrenos para não tornar mais difícil ou mais cara a execução da linha ferroviária», disse o secretário de Estado Adjunto e das Infraestruturas, Frederico Francisco, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros.
A ligação Porto-Lisboa em alta velocidade «permitirá reduzir o tempo de viagem das atuais quase três horas para pouco mais de 1h15 e aumentar em muito a capacidade de transporte de mercadorias».

