A defesa de Hermínio Loureiro admitiu, esta segunda-feira, no Tribunal de Espinho, no âmbito do processo “Ajuste Secreto”, que o ex-presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis possa ter cometido “ilegalidades” inerentes ao cargo que ocupou. Considera, contudo, que não existiu uma conduta deliberada de lesão do erário público nem atos de natureza criminal que justifiquem a pena de prisão efetiva defendida pelo Ministério Público

