Por razões de segurança, a Universidade não divulgará, nesta fase, detalhes técnicos sobre o vetor de entrada, as versões dos sistemas ou as análises forenses, um esclarecimento após a deputada do Bloco de Esquerda Andreia Galvão ter questionado o Governo sobre o ciberataque à UA, assinalando que a instituição assenta o seu serviço de rede privada virtual (VPN) na tecnologia de uma empresa com sede em Telavive (Israel) e que o incidente em causa “ocorreu no meio de uma sequência de vulnerabilidades críticas, exploradas ativamente”, nos produtos desta empresa

