Foi arquivada a queixa da Comissão Nacional de Eleições (CNE) apresentada ao Ministério Público (MP) contra a presidente da Junta de Freguesia de Aradas, Catarina Barreto, por «alegada prática de factos que levantaram a suspeita de violação do dever de neutralidade, do dever de imparcialidade e a proibição de publicidade institucional».
«Foi proferido despacho de arquivamento», segundo comunicado da Junta de Freguesia de Aradas difundido esta terça-feira à tarde.
A queixa foi apresentada à CNE por um cidadão, respeitante a publicações de Catarina Barreto nas redes sociais. A CNE remeteu a queixa para o MP.,
Acrescenta a presidente da Junta que «até à presente data, as diversas queixas apresentadas em diferentes organismos, têm sido sucessivamente arquivadas».
O comunicado critica ainda «a forma de fazer política, colocando em causa toda a atuação da Junta de Freguesia e da sua presidente, remetendo sucessivas queixas para diferentes organismos, denegrindo e prejudicando a imagem da Junta de Freguesia de Aradas, do executivo e da presidente Catarina Barreto».

