O Teatro Aveirense foi reaberto esta quinta-feira com um concerto inaugural do pianista Pedro Burmester acompanhado da Filarmonia da Beiras.
O mesmo espectáculo está marcado para a noite desta sexta-feira, no segundo dia da inauguração.
Champanhe e ovos moles foi oferecido já depois da meia-noite, quando terminou a segunda e última parte do espectáculo da Orquestra das Beiras e quando o presidente da Câmara de Aveiro já tinha dito no discurso de reabertura que se tratava de “um dos melhores teatros da região Centro e do país”. Um “espaço exigente mas não só para as elites”, tal como espera o presidente da Câmara.
Três anos depois, abre o teatro, propriedade da Câmara para novos programas de teatro, música, dança, cinema. Uma obra com um custo de cerca de sete milhões de euros, comparticipados pela Câmara, Estado e mecenato cultural.
O Ministro da Cultura, Pedro Roseta, participou na inauguração, em substituição do Primeiro-Ministro, e disse que o renovado equipamento de Aveiro deve ser um contributo para descentralização dos grande momentos culturais, invariavelmente, em Lisboa e Porto.
Após os dias de inaugurações, o primeiro espectáculo é de circo, estre sábado, com uma companhia francesa, que traz a Aveiro “Bougez, Pas Bouger”.
Descrição No centro do palco, a linha ariana de um trapézio e as linhas curvas de dois corpos em jogo. O encontro destes elementos dá origem a coreografias estranhas e lúdicas, ritmadas por balanceamentos poéticos…»

