Serão mais de 40 horas a atirarem cavacas do alto da capela para pagar promessas e outros fins, durante os cinco dias de festa de S, Gonçalinho, em Aveiro, a partir desta quinta-feira.
Até segunda-feira, a capela, o Rossio, a Praça do Peixe, a Beira-Mar, são pontos de concentração pela festa, devoção, arruadas, concertos, encontros, à volta das mesas, pelos bares e casas de uns e de outros, arruadas, abraços.
O bairro da Beira Mar muda, rompe-se o quotidiano com a chegada de muitos para a festa conhecida pelo lançamento de toneladas de cavacas, um doce, rijo, que é disputado pelo que se posicionam para o apanhar, até com redes. Só visto.
O santo padroeiro do bairro, milagreiro, casamenteiro, brincalhão e curador das doenças dos ossos, são caraterísticas que lhe são atribuídas e vai quem quer a estes dias que alongam o programa de festas de Natal, passagem de ano, Reis, que já começou a 1 de dezembro, e mantém acesa a decoração natalícia da cidade até 12 de janeiro.


