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Spinoff da UA contribui para reduzir animais em ensaios

A empresa Cellularis Biomodels criou modelos tridimensionais de tecidos humanos, «nomeadamente de tumores pancreáticos e, com «potencial direto de aplicação na indústria farmacêutica e biotecnológica, permite oferecer soluções concretas para o teste pré-clínico de novas terapias em modelos 3D humanos». Segundo a Universidade de Aveiro, (UA) «cria plataformas e soluções que aceleram a descoberta de terapias a nível pré-clínico, contribuindo para a substituição progressiva dos ensaios em animais e para a sustentabilidade da investigação biomédica». Concluindo, com «vantagens versus os modelos animais usados atualmente».

«Transformar conhecimento científico em impacto real na saúde humana» é objetivo e, neste caso, com o conhecimento desenvolvido e patenteado «em colaboração com a UA, a Cellularis Biomodels desenvolve modelos 3D humanos avançados que integram células humanas e matrizes extracelulares biológicas, recriando de forma controlada o microambiente dos tecidos». Esses modelos, explica a UA, são «fornecidos como plataformas vivas para empresas farmacêuticas e biotecnológicas testarem a eficácia, segurança e mecanismos de ação de novos compostos terapêuticos, reduzindo a dependência de ensaios em animais e aumentando a relevância fisiológica dos resultados».
É uma empresa «spinoff surgida do COMPASS RG, grupo de investigação do CICECO – Instituto de Materiais de Aveiro, laboratório associado da UA.

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