O coordenador da União de Sindicatos de Aveiro/CGTP, Joaquim Almeida, disse nas comemorações do 1º de Maio desta segunda-feira que há «novos medos».
Joaquim Almeida especificou, dizendo que há o «medo de ficar desempregado, de exercer direitos laborais e constitucionais, do patrão, de assumir actividade política fora dos partidos da situação com medo que a cunha não funcione para o emprego do filho, de não ter direito à reforma, saúde e ou à educação, de poder ficar sem a casa por não poder pagar a prestação ao banco e o medo do futuro».
Para o dirigente, que discursava no Rossio, «o caminho e as políticas têm de ser outras» porque os resultados são, resumiu, o «encerramento de empresas, despedimentos e precariedade no emprego, diminuição do poder de compra, salário e pensões, crescimento da economia paralela, ataque aos sistemas públicos da segurança social, saúde, educação e aumentos de preços, de bens e serviços essenciais».

