O único ponto da agenda de trabalhos da Assembleia Geral do Beira-Mar, desta quinta-feira à noite, ficou por cumprir, ficando por eleger uma comissão administrativa que suceda à presidência de Artur Filipe que se demitiu, mas em caso extremo de um vazio de liderança do clube, avançarão Alberto Roque, Mano Nunes e Manuel Madaíl.
Nuno Quintaneiro, líder do Movimento 1922, apresentando-se mandatado por Mano Nunes, Alberto Roque e Manuel Madaíl, deu a entender que estariam prontos a avançar.
Mas, Alberto Roque – Mano Nunes e Manuel Madaíl não compareceram na Assembleia Geral – reagiu dizendo que o caso não era bem assim, não estavam prontos para avançar mas apenas se trata de uma «possibilidade», apenas poderiam avançar se não surgisse outro candidato a líder do clube de Aveiro.
Não foi formada um comissão, mas ficou marcada uma reunião do trio em questão com a direcção do clube. Há aindda um prazo de duas semanas para constituir uma comissão.
José Cachide mostrou-se desinteressado, insatisfeito com a Câmara Municipal, por ter traduzido a dívida com o clube, 1,5 milhões de euros, por um subsídio. Podia «perder dinheiro mas não a dignidade».
Domingos Cerqueira afirmou que o Beira mar devia sair do estádio do Euro 2004 e regressar ao antigo Mário Duarte.

