O seminário deste sábado do programa das Jornadas da Ria de Aveiro concluiu na necessidade de criar uma «estrutura de transição», antes da criação da entidade gestora, uma estratégia para não perder tempo
e conseguir ainda financiamentos do Quadro de Referência Estratégico
Nacional que vai orientar a política de desenvolvimento durante o período de 2007 a 2013.
A «estrutura de transição» será proposta ao Ministério do Ambiente, e prepara o terreno para o organismo gestor da Ria de Aveiro, do tipo ao dedicado à barrinha de Esmoriz.
Segundo Girão Pereira, que no seminário desempenhou a tarefa de contextualizar o tema em discussão: «Perspectivas/Estratégias para uma
Gestão Integrada», «estrutura de transição» deverá ter as funções
de fazer um «levantamento de projectos e estudos, a elaboração de um plano de acção e a coordenação e implementação».
Além desta estrutura deverão ser objectivos a seguir o mecenato, foruns temáticos e alargados e uma fundação, que «potenciem
parcerias público-privadas, disse Girão Pereira.
A Ria tem um potencial de recursos naturais, turismo, e, nas margens a agricultura, sectores que devem ser explorados, concluiu ainda ao seminário.

