Passada a campanha eleitoral das autárquicas, de relatos de candidatos sobre o estado da antiga sede da CERCIAV, que vai ser demolida apesar de contestação, a Câmara de Aveiro anuncia que um despacho do presidente Ribau Esteves, realojou «um munícipe residente num anexo» daquele edifício, para continuar o plano de demolição do prédio para a ampliação do Conservatório.
A Câmara alega «motivos de emergência habitacional e segurança, com a atribuição de uma habitação social situada na Urbanização de Santiago» e a atribuição da casa foi uma decisão tomada «ao abrigo do regime de exceção previsto no Regulamento Municipal das Habitações Sociais do Município de Aveiro permitindo dar resposta a uma situação de grave precariedade e risco físico. O anexo onde o munícipe residia apresentava condições muito degradadas, com derrocadas estruturais e ausência de condições mínimas de habitabilidade e segurança».

