«Proteger o espólio, melhorar o edifício e preparar um Museu do Brincar renovado, mais seguro, mais atrativo e ainda mais dedicado ao brincar, às crianças, às famílias e à comunidade» é o conjunto de ações que a Câmara de Vagos diz ser um «compromisso claro», depois das notícias que davam conta de um encerramento, mas que as autarquia diz que é «temporário» embora não indique uma data. «Por um período previsivelmente superior a um ano», informa.
Encerrou, alega, porque o edifício tem «infiltrações e outros problemas estruturais que colocam em risco a adequada conservação das peças expostas e armazenadas». A Câmara recusa responsabilidades por isso mas decidiu avançar para a reabilitação do edifício.
Quanto ao contrato com o Grupo Cénico Arlequim, que tem assegurado uma equipa de apoio técnico ao museu desde 2023, depois da autarquia ter adquirido o espólio, a Câmara entende que «deixa de se justificar a manutenção deste modelo de parceria nas atuais condições tendo em conta o encerramento prolongado».
Entretanto «lamenta a demora na catalogação e inventariação do espólio adquirido aquando da municipalização», mas esclarece, que será um trabalho que ficará concluído até 31 de março de 2026. «Posteriormente, será contratada uma entidade externa para proceder à avaliação do inventário das peças e da respetiva coleção, reforçando a transparência e o rigor na gestão do património», conclui.

