As alterações ao Plano de Emergência Externo de Estarreja para o Complexo Químico, apresentado pelo Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC) foi aprovado pela Câmara que apreciou uma versão revista do documento.
Segundo o Presidente da Câmara, José Eduardo Matos, que também preside ao SMPC, o plano está apto a dar uma “resposta organizada e capaz em caso de acidente”.
O plano considera que “um conjunto de empresas do Sector de Química de Base no Complexo Industrial constitui um risco resultante da quantidade e características químicas, físicas e toxicológicas dos produtos armazenados e processados”.
Há vários graus de emergência e de actuação “perante acidentes industriais, no Parque Industrial ou no transporte de produtos” perigosos, pela estrada ou pelo pipeline.
Os níveis de actuação são dois. Internamente o plano articula com os Planos de Emergência Internos das Empresas e externamente coordena “todas as acções ultrapassando o âmbito de uma empresa específica”.
São quatro os grupos de intervenção: Grupo de Intervenção Imediata (Bombeiros Voluntários de Estarreja e empresa acidentada); Grupo de Saúde (Autoridade de Saúde Concelhia, Director do Centro de Saúde e Director do Hospital de Estarreja); Grupo Logístico (Serviços da Câmara Municipal); Grupo de Segurança e Trânsito (GNR).
Depois de passar pela Câmara, o plano segue para o Centro Distrital de Operações de Socorro de Aveiro e, seguidamente, ao Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil.

