A Câmara de Aveiro espera uma média de 10 mil a 20 mil pessoas a assistir aos jogos no novo estádio.
Esta conclusão resulta do estádio ter um raio de influência e conseguir mobilizar “700 mil pessoas a 20 25 minutos de Aveiro”, a partir da altura em que o IC-1 estiver pronto, o IP-5 transformado em Auto-Estrada, a ligação ao Nó Sul da auto-estrada melhorada e uma nova ligação Aveiro-Agueda.
Desses 700 mil, a Câmara retira “100 mil que gostam de futebol e destes, entre 10.000 a 20.000 irão, regularmente, ver os jogos.
Mas para conseguir atrair este número, é preciso ainda que o clube residente, o Beira Mar, participe neste esforço.
Segundo Mano Nunes, presidente do Beira Mar, o novo estádio é uma motivação forte para construir uma equipa “para que a região Centro se retrate no Beira Mar”. Com o novo equipamento, o Beira Mar “vai tornar-se mais atractivo”, disse ainda.
Para Alberto Souto haver “balneários de luxo não quer dizer futebol de luxo” e para motivar a assistência aos jogos é preciso um esforço no “profissionalismo do futebol, formação, ter um clube competitivo, abrangente e exemplar”.
O estádio é, para a Câmara, um equipamento inserido numa “estratégia de desenvolvimento” criando uma “nova centralidade em Aveiro”, por isso inclui outros equipamentos desportivos em redor e não apenas a substituição do antigo estádio pelo antigo Mário Duarte, no parque da cidade.

