A greve geral marcada para esta quinta-feira pode ter uma adesão significativa considerando os sinais das horas que a antecederam e os primeiros momentos da paralização promovida pela CGTP e UGT contra as alterações às leis laborais propostas pelo Governo.
As “Concentrações e Manifestações” destes dias são em vários pontos do país com a abertura da “Praça da Greve”, em Aveiro, no largo da antiga Biblioteca, o Largo Jaime Magalhães Lima, e na Praça Gaspar Moreira, em Santa Maria da Feira, a partir das 15:00.
O pré-aviso de greve é pela defesa das condições e manutenção dos postos de trabalho, aliás num «contexto de crescimento económico, estabilidade financeira, de elevado emprego e baixo desemprego, que o Governo ignora», segundo a UGT, acusando o Governo de Luís Montenegro de propor leis do trabalho que aumentam «o poder unilateral dos empregadores e a fragiliza quem trabalha».
O Governo tem contrariado as razões da greve recusando que facilite os despedimentos, promova o despedimentos sem justa causa, eternize a precariedade e desregule os horários. Mas, a CGTP aponta para o risco da perda de direitos de maternidade, paternidade, à greve e liberdade sindical e “caducidade” para acabar com os contratos coletivos.
As consequências da greve são em vários sectores, mas o INEM já disse que estará operacional. Há serviços mínimos a cumprir como na saúde como conforme Decisão de serviços mínimos para GREVE de 11 de dezembro de 2025 em várias Unidades de Saúde
A paralisação atinge as cirurgias e consultas, aulas, os transportes, mas em diferentes áreas, no público e privado, serviços e setores industriais
foto – Piquete na Funfrap – CGTP

