Quinta-feira, 22 Janeiro 2026
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Chega pode decidir aprovação ou chumbo do orçamento da Câmara

O vereador do Chega, Diogo Machado, escreveu nas redes sociais, no dia anterior à reunião da Câmara de Aveiro, marcada para esta terça-feira, que decidirá horas antes da votação se aprova ou chumba o orçamento da Câmara. O seu voto pode ser decisivo se os quatro vereadores do PS votarem contra e Diogo Machado também o fizer. A coligação PSD-CDS que governa a Câmara tem quatro votos e a oposição cinco sendo que o voto de Diogo Machado pode ditar a aprovação ou a reprovação, se votar a favor ou contra o orçamento e Grandes Opções do Plano para este ano.

Para além disso, o que escreveu nas redes sociais são de reprovação das propostas da coligação. São «opções estratégicas e compromissos assumidos pelo anterior presidente da Câmara», Ribau Esteves. Atinge, contabilizou, «mais de 90% do orçamento refém dos compromissos freneticamente assumidos pelo anterior executivo municipal, nos últimos oito meses de mandato». Luís Souto, atual presidente da Câmara, e os vereadores da coligação, «estão absolutamente manietados, sem qualquer margem de manobra para implementar as suas políticas, caso eventualmente as tivessem…».
Renova o seu desacordo com o Plano de Pormenor do Cais do Paraíso, Parque Desportivo de Aveiro, Pavilhão Oficina do Desporto. Uma «herança desgraçada» e uma «taxa de execução do Orçamento de 2025 de 27%», escreve.

Sem notar «mudança» e «inovação», ressalva o plano de videovigilância, mas a «recuperação de rodovias, ciclovias e passeios está na gaveta e as estradas piores a cada dia» e, no plano para este ano também não consta a «reformulação da Av. Lourenço Peixinho, o estudo dos fluxos de trânsito, rodoviário, pedonal e ciclista», aponta.

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