Terminado o período de consulta pública, o Instituto do Ambiente reuniu cerca de 25 pareceres sobre o Estudo de Impacte Ambiental da Marina da Barra.
Mais saliente posicionaram-se contra a construção o movimento Pelo Futuro da Barra, que prepara uma queixa à União Europeia, a Quercus, o Geota, partidos políticos. A favor destaca-se a Câmara e Assembleia Municipal de Ílhavo.
Também se posicionaram a favor deputados do PS de Aveiro, e contra, o executivo da Câmara de Aveiro.
O próximo passo será o conhecimento de um relatório da Comissão de Avaliação do EIA.
A marina representa a aplicação de cerca de 150 milhões de euros para construção de um ancoradouro e uma parte imobiliária, que, no total, implica a ocupação de 58 hectares, 30 dos quais em zona de sapal.
Trata-se de uma zona de Protecção Especial da Ria, na margem esquerda do Canal de Mira, por concessão da Administração do Porto de Aveiro, durante 60 anos, à Sociedade de Desenvolvimento e Construção da Marina da Barra.
Na generalidade, o projecto tem impactes negativos no ecossistema que o consórcio se compromete a compensar e positivos ao nível da economia.
O projecto da parte imobiliária prevê a construção de 420 apartamentos, 130 moradias e dois hotéis.

