InícioAveiroAlberto Souto candidato

Alberto Souto candidato

Alberto Souto de Miranda manifestou este sábado a «sua disponibilidade para ser o candidato do PS à Câmara Municipal de Aveiro nas eleições autárquicas de 2025», durante um almoço da concelhia do partido, da JS e da Estrutura Mulheres Socialistas –
Igualdade e Direitos.

Ainda não é, oficialmente, o candidato do PS, mas será a figura com que o partido vai tentar voltar a liderar a Câmara atualmente presidida por Ribau Esteves, da coligação PSD-CDS-PPM. A Comissão Política Concelhia do PS vota o nome para candidato a 18 de janeiro – Alberto Souto já presidiu à Câmara de 1998 a 2005 –  faltando ainda a posição da distrital e da estrutura nacional

No almoço de ano novo, o «ponto de partida para a pré-campanha eleitoral para as eleições autárquicas», participaram o presidente da Federação Distrital do PS, Hugo Oliveira, a presidente da Estrutura Federativa das MS-ID, Ana Marta Matos, e o presidente da Federação Distrital da JS, João Costa.
No seu discurso, a presidente da Comissão Política Concelhia, Paula Urbano Antunes, referiu-se a «20 anos de governo municipal PSD/CDS/PPM, que tem governado à margem de uma estratégia para o Município e à margem de políticas promotoras de coesão social e territorial que permitam o desenvolvimento de um território que é pujante económica e socialmente».

Antecipando-se a um programa a apresentar por Alberto Souto, a líder quer Aveiro «voltar a ser atraente para os que nos visitam e acessível para os que cá vivem». «Isso é possível», assim como «cuidar do espaço público e melhorar a rede viária. Criar corredores verdes amenizadores das temperaturas, da captação de poluentes e que ao mesmo tempo qualifiquem a paisagem implementação de um plano de mobilidade suave, onde o transporte público, as bicicletas, andar a pé permitam um estilo de vida mais saudável e amigo do ambiente. Em todas as freguesias é ainda «possível aproximar gerações. com políticas locais para a infância; promovendo a participação das crianças na vida da comunidade, adaptando estruturas e serviços para que sejam acessíveis a pessoas mais velhas com diferentes necessidades e capacidades; promover a habitação a custos controlados e a constituição de uma bolsa de casas arrendadas pelo município para serem subarrendadas a quem delas precisa e de acordo com a sua condição de recursos».
Defende ainda «uma política de urbanismo que regulamente a preservação dos edifícios de valor histórico e arquitetónico e o respeito pela morfologia urbana», para «cuidar da identidade cultural».

Notícias recentes