A redução do passivo de curto prazo “deveu-se à diminuição das despesas, que permitiu o pagamento a fornecedores, e à imaginação do executivo”, disse ao JN.
«Solicitado para concretizar o termo “imaginação”, Souto confessou que a Câmara “estabeleceu acordos com algumas entidades”. Não quis dizer quais, mas tudo indica que sejam bancárias. Para passar o passivo de curto para médio e longo prazo? “Não posso dizer mais nada sobre isso”, responde Alberto Souto.»

