Após ter integrado a missão Artemis I, em 2022, a cortiça portuguesa volta a ser escolhida pela NASA para ser integrada no sistema de proteção térmica da nave Artemis II
Já na missão Artemis I utilizou cortiça da Amorim, como material ablativo, para criar uma camada resistente que protege o material interno, garantindo a sua integridade e retardando a degradação térmica, segundo comunicado da Amorim Cork Solutions, de Santa Maria da Feira.
O Amorim TPS é utilizado na indústria aeroespacial desde os anos 60 «devido às suas excelentes propriedades de ablação e isolamento».
Artemis foi a primeira de uma série de missões cada vez mais complexas para construir uma presença humana de longo prazo na Lua, «e a cortiça está pronta para desempenhar um papel significativo».

