A Junta de Freguesia de Aradas revelou esta terça-feira uma decisão da Inspeção Geral das Finanças, pelo «arquivamento» do processo relacionado com «alegações de assédio moral sobre funcionárias». Segundo o parecer da IGF, citado pela Junta, «não existem factos ou indícios que permitam comprovar a prática de assédio moral relativamente às funcionárias envolvidas».
Para a Junta, esta decisão foi tomada após «um período de acusações infundadas e instabilidade gerada no espaço público».
O assédio sobre duas funcionárias é uma das questões que o PS, os independentes “Sentir Aradas” e o Chega têm insistido como um assunto a resolver. Outro é o acesso a documentos e, neste caso, o Tribunal decidiu revogar a condenação para extração de fotocópias, uma vez que a documentação solicitada já se encontrava disponibilizada» e «afastar qualquer condenação por litigância de má-fé», segundo a Junta.
Na sua conta pessoal no Facebook, a presidente da Junta, Catarina Barreto (PSD) ,refere-se a uma autarquia «alvo de ruído político, ataques pessoais e tentativas de criar instabilidade» e critica a oposição por «tentar bloquear o trabalho, espalhar suspeitas e atacar o bom nome da Junta e dos seus trabalhadores».
Para a autarca, o mandato continua «sem guerras políticas pequenas».

