«O ex-ministro das Finanças, Fernando Medina, disse este sábado que Aveiro pode ter um papel fundamental no serviço ao país e ser um motor de resposta a esta onda de procura de investimento na indústria do armamento e energia».
Na mesma sessão em Aveiro, «o candidato à Câmara Alberto Souto posicionou-se neste novo quadro de guerra, em que os países europeus poderão ter de assumir um papel diferente e já estão nomeados os setores necessários, a da produção de drones, metalurgia, têxtil, cerâmica e eletrónica», noticia o Diário de Aveiro.
(…)
Alberto Souto afirmou que, em Aveiro, há «indústrias com capacidade para se envolverem no esforço de armamento, mas não perdendo a capacidade para, no fim da guerra, regressar à atividade normal». E deu uma sugestão, a de usar a zona, atualmente militar, em S. Jacinto, para experimentar drones, constituindo um campo de treino e ensaios para aqueles aparelhos aéreos de combate».

