A avaliação da influência nos ritmos de funcionamento matutino, vespertino ou intermédio/indiferente no funcionamento e distress sexual, a predisposição para a excitação ou inibição sexual, ou a resposta emocional face a imagens eróticas encontra-se em investigação, coordenada pelas docentes Joana Carvalho e Isabel Santos. O estudo Sexualidade e Ritmos Biológicos: Estudo Online resulta de uma parceria entre o SexBeHealth Lab e o NeuroLab, do Departamento de Educação e Psicologia, e William James Center for Research (Polo UA), da Universidade de Aveiro, e «pretende ser o primeiro estudo de investigação original da linha ErosMeetsChronos».
A investigação «pretende analisar de que forma o cronótipo (expressão comportamental do nosso ritmo circadiano) influencia diferentes aspetos da saúde sexual, em particular.
Participam no estudo pessoas com idade mínima de 18 anos, heterossexuais, do género masculino ou feminino, e é exclusivamente realizado online, de forma anónima.
Os resultados irão ajudar à compreensão dos fatores biológicos e comportamentais implicados na saúde sexual de homens e mulheres, com especial destaque para a população de língua portuguesa.
Na área da investigação em saúde sexual Portugal foi «o primeiro a instituir, oficialmente, o Dia Nacional da Saúde Sexual, celebrado a 4 de setembro».

