Um grupo de estudantes da Escola Superior de Sade da Universidade de Aveiro protestou esta quinta-feira frente à Reitoria contra a permanência da cantina do Crasto fechada, deixando de ser servidas refeições a preços sociais (2,65 euros) – além do “Restaurante 3D” com massas, pizzas, hamburgers e vegetariano, a preços superiores. No dia anterior, a Associação Académica disse que contavas abrir aquele refeitório «daqui por 1 mês».
Se assim for culminará um processo iniciado a 22 de dezembro último com a abertura de um concurso de recrutamento, que fechou a 11 deste mês sendo que «em breve» começam as entrevistas, segundo foi transmitido numa reunião entre o presidente da associação, Wilson Carmo, o Reitor, Paulo Jorge Ferreira, e o Diretor Delegado dos Serviços de Ação Social, João Ribeiro.
A oferta da UA inclui a cantina de Santiago, onde são servidas refeições sociais, mas é um ponto distante desde a Escola Superior de Saúde, ou das residências e da Casa do Estudante, no Crasto, obrigando a dispêndio de tempo desnecessário no caminho, a pé, inclusive em intervalos de aulas. Existindo uma cantina no Crasto, aguardam que reabra.

