O protocolo entre o Beira e Mar e a Câmara de Aveiro, que formaliza o estatuto de clube residente, está a ser analisado no Executivo.
Esta foi a única resposta do vereador Eduardo Feio, na qualidade de vice-presidente da Câmara de Aveiro às várias questões colocadas esta quarta-feira na Assembleia Municipal de Aveiro, além de confirmar que a Câmara irá continuar a apoiar.
Estão em causa os custos de manutenção do estádio do Euro’2004, em construção em Taboeira. O assunto entrou na reunião pelo elemento do PCP, António Salavessa que recusa ver a Câmara a suportar custos de exploração, embora não diga que o Beira Mar deva assumir a “totalidade” desses custos mas que “ajude a Câmara a aliviar deste fardo”.
Quanto às fontes de rendimento a que o Beira Mar de possa socorrer, António Salavessa disse que o clube “faça pela vida, que melhore os resultados”.
Jorge Nascimento, do PP, chegou a admitir que o clube possa recusar ficar com o estádio, devido aos custos de manutenção, como aconteceu exemplificou, com o Farense, enquanto que Diogo Machado disse que seja no Beira Mar ou no Aveiro Basket, dois clubes em crise, o primeiro em último na classificação da Superliga e o segundo em crise financeira, “devia ter gente competente”.

