O Tribunal da Relação do Porto considerou “manifestamente improcedente” um recurso do presidente da Câmara de Castelo de Paiva, Paulo Teixeira (PSD), que queria evitar o seu julgamento num processo por burla qualificada e falsificação de documentos, noticia o Público.
«O autarca é co-arguido neste processo, com mais cinco pessoas, por alegadamente ter vendido, como se fossem seus, terrenos que a Câmara Municipal já teria adquirido à sua família.
Paulo Teixeira recorreu para a Relação, argumentando diversas nulidades no despacho de um juiz de instrução que confirmou a acusação do Ministério Público (MP).
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