Crescem as críticas ao plano para a nova rede de urgências no país que, para o distrito de Aveiro, prevê o encerramento em Espinho, Ovar, Estarreja, Anadia e S. João da Madeira.
As críticas ao plano de uma nova rede são mais intensas à esquerda do PS mas do interior do partido também há sinais que mostram a falta de unanimidade no plano em curso.
Ainda este fim-de-semana, a crítica saiu do PS, da socialista Helena Roseta, que na apresentação da sua moção ao congresso do PS, disse que a governação socialista está a criar uma «inquietação nas pessoas porque não sabem o futuro». Na saúde, a reprovação foi mais acentuada nas novas taxas.
A contestação é mais alargada. Autarcas do PS e particularmente, Jorge Coelho, na Quadratura do Círculo, posicionou-se como um crítico da reforma na saúde.
Esta segunda-feira, uma visita guiada às instalações do Serviço de Urgências do Hospital Visconde de Salreu, de Estarreja, juntou deputados, autarcas e administração. A ex-secretária de Estado da Saúde, Regina Bastos, natural de Estarreja, deputada do PSD, expressou a contestação ao encerramento e apontou para a falta de um «estudo de impacto».

