A cedência da gestão das piscinas ao Beira-Mar é um tipo de estratégia que a Câmara de Aveiro quer adoptar noutros casos idênticos, no sentido de libertar a autarquia para outros assuntos.
O presidente da Câmara, Élio Maia, disse esta segunda-feira à noite aos jornalistas que «90 por cento do tempo é ocupado a tratar de questões como o vidro partido ou de uma sanita, quando localmente se resolveria melhor».
O município tem um património vasto mas «é dona de tudo e acaba por não ser dona de nada…» disse o presidente defendendo que «seja a entidade que gere que fique responsável»
Por isso vê a cedência ao Beira-Mar como «um acto normalíssimo».

