O efluente líquido tratado, doméstico e industrial, do exutor submarino descarregado no mar, ao largo de S. Jacinto foi da ordem dos 24 milhões de metros cúbicos, valor atingido em 2004 e sem impactes negativos significativos.
Os dados foram revelados esta sexta-feira na apresentação de um estudo da monitorização desde 2000, incluída no Plano de Monitorização Ambiental do Exutor Submarino de S. Jacinto.
Na apresentação dos resultados foram apontados dois casos problemáticos em termos dos níveis de poluição na Ria de Aveiro: o esteiro de S. Pedro, junto à Universidade e nas proximidades da ponte da Vista Alegre, em Ílhavo.
O Largo do Laranjo, em Estarreja, era considerado o ponto mais negro de décadas de poluição química pesada, mas os dados revelam que os valores de mercúrio depositado no leito têm diminuído.

